Dívida com a Receita ou com a PGFN trava operação, crédito e crescimento. Na maioria dos casos existe caminho para reduzir esse passivo: transação tributária, revisão de regime, compensação de créditos. Sem abrir mão da segurança jurídica da empresa.
Com a Reforma Tributária em transição, planejamento deixou de ser opcional. Entender o impacto do IBS e da CBS na operação hoje evita surpresa no caixa amanhã.
A transação tributária mudou o jogo para quem tem dívida inscrita. Dependendo da classificação do crédito pela PGFN e da capacidade de pagamento da empresa, há desconto sobre multa e juros e prazo alongado. Não é anistia e não vale para todo mundo: o trabalho é enquadrar a empresa na modalidade correta e sustentar esse enquadramento com documentação contábil.
Na outra ponta está o que ainda não virou dívida. Revisão de regime, aproveitamento de créditos não utilizados, exclusão de verbas da base de cálculo e, agora, a transição para IBS e CBS. A Reforma muda preço, contrato e margem em setores inteiros — e as decisões que amortecem esse impacto precisam ser tomadas antes, não no ano em que a alíquota chega.
Como atuamos
- Negociação e transação tributária (Receita e PGFN)
- Revisão de regime tributário
- Planejamento para a transição da Reforma Tributária
- Compensação e recuperação de créditos tributários
- Defesa em execuções fiscais